sábado, 9 de agosto de 2008

Amor*do*Passado

Sabe aquele primeiro namoradinho que você teve e deixou seu coração em frangalhos, independente de quem terminou? Lembra aquele garoto por quem você era apaixonada, mas por algum motivo saiu da sua vida?

Quanto tempo faz? Alguns anos e ainda assim você fica toda confusa ao pensar nele, certo? É sobre isso que a gente vai falar, esses amores que mexem com a gente pra sempre e não deixam a vida seguir em paz.

Porém vamos diferenciar esse tipo de sentimento daquele destrutivo. O nosso sentimento por esse amor antigo é de como era legal e como seria se fosse hoje; a gente se pega pensando em como seria transportar aquele relacionamento pra hoje, mesmo porque ele continua sendo um cara legal e interessante.

A diferença dos sentimentos destrutivos é que a gente não pára de viver ou sofrer por pensar nele. Você pode namorar, amar seu namorado, ser feliz e mesmo assim ficar um pouco abalada quando vê o primeiro amor. Não há nada errado nisso!

“Você já conhece os defeitos, mas ainda é apaixonada pelas qualidades. E nessas horas em que você revê, você só esbarra com essas qualidades pelas quais você se apaixonou

Mas vamos deixar uma coisa clara: amor do passado deve ficar na época a que ele pertence; é muito arriscado transformá-lo em amor do presente. Se você acha que vale a pena e que aquele é mesmo o cara dos seus sonhos, boa sorte, talvez você viva um conto de fadas. Mas depois conta pra gente, hein!

Como é o seu primeiro amor de verdade? As pernas ainda ficam bambas quando vocês se encontram? Comente!



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©2007 '' Por Elke di Barros